EXPERIÊNCIA
TEODORA FERREIRA DOS SANTOS
Johrei
Center Grajaú
Sou messiânica desde 1986 e, neste dia
especial em que comemoramos o Culto em homenagem a Coluna de Salvação através
do Belo, gostaria de compartilhar com todos os senhores minha experiência: no
Culto de Gratidão do mês de fevereiro deste ano, o Reverendo Flávio Tostes nos
orientou que deveríamos ser úteis a Deus, nos tornando o “número Um,” na vida
de alguém, buscando fazer uma pessoa feliz, utilizando parte do nosso tempo, da
nossa inteligência e do nosso trabalho para desenvolver a Obra Divina.
Diante
desta orientação passei a ficar atenta aos fatos que acontecem em minha volta.
Trabalho como manicure e costumo atender minhas clientes em suas casas. Ao
chegar no lar de uma cliente, encontrei-a bastante entristecida.
Tão logo percebi seu estado, perguntei-lhe
qual a razão de estar assim, e se havia algo que eu pudesse fazer para
ajudá-la. Em resposta, ela me disse que sua filhinha estava doente; prostrada,
com choro fraco e sem se alimentar há alguns dias; e que apesar de ter
procurado assistência médica, os profissionais de saúde não conseguiram
diagnosticar qualquer enfermidade na criança.
A menina já havia feito inclusive
inúmeros exames, como hemograma, fezes e urina, mas nada fora encontrado.
Perguntei-lhe então se poderia fazer uma oração na criança. Ela não apenas
permitiu, como também ficou grata pelo gesto. Ao entrar no quarto da menina,
coloquei minha bolsa com os esmaltes em cima da cama onde ela estava deitada
choramingando, e logo iniciei a ministração do Johrei.
Aos poucos, ela foi se levantando e, em
silêncio, começou a brincar com os esmaltes da minha bolsa. Neste momento,
aproveitei e pedi à minha cliente que trouxesse a sopinha de sua filha e,
para sua surpresa, depois de dias, finalmente a menina comeu. Assim que ela
terminou completamente sua refeição, encerrei a ministração de Johrei.
No dia seguinte essa moça me ligou
agradecendo pela oração e perguntando se eu não poderia fazê-la novamente, pois
sua filha havia passado muito bem o dia, apresentando visível melhora. E apesar
de estar saindo para atender uma cliente, resolvi adiar para mais tarde e fui
imediatamente ministrar Johrei na criança pelo segundo dia consecutivo.
Assim que cheguei, a mãe da menina me
agradeceu bastante por ter ido e perguntou-me que oração tão boa era
aquela. Respondi-lhe que era o Johrei, da Igreja Messiânica, religião
da qual eu faço parte. Ela se mostrou bastante curiosa a respeito da nossa
fé e fez inúmeras perguntas, tanto sobre a igreja, quanto sobre o Johrei.
Ao final, ela me solicitou que também fizesse
a mesma oração, para sua mãe que estava internada num Hospital com enfisema
pulmonar. Ela estava visivelmente preocupada com ela, mas em virtude da filha
estar acamada, não pôde visitar sua mãe nos últimos dois dias.
Disse-lhe que ia trazer uma flor de luz da
minha igreja para que ela entregasse a sua mãe. Ao chegar ao hospital, minha
cliente fora pega de surpresa ao ser informada, que o quadro clínico de sua mãe
havia piorado, ela agora se encontrava em coma e fora transferida do quarto
para o CTI.
Minha cliente estava ciente que a flor não
poderia acompanhá-la até o CTI, mas tinha absoluta certeza de que aquele
mini-arranjo deveria chegar às mãos de sua mãe. Assim, ela removeu as flores do
display e escondeu-o por debaixo de suas roupas. Já no CTI, minha cliente
colocou as flores em uma das mãos de sua mãe e disse: “- mamãe, esta florzinha
é para você, segure-a e sinta como ela é linda!” Nisso, minha cliente percebeu
uma lágrima correndo pela face de sua mãe, e temeu que ela estivesse falecendo.
Saiu em busca dos profissionais de saúde e ao
retornar com a enfermeira ficou na porta, enquanto esta cuidava de sua mãe.
Logo a enfermeira voltou e avisou a minha cliente, que sua mãe estava sentada
na cama, completamente acordada, fora do estado de coma, com as cobertas no
chão, perguntando pela “luzinha”.
Sem entender, minha cliente entrou no quarto
e foi falar com sua mãe, que continuava perguntando pela “luz” e apontando
para o chão. Minha cliente viu as flores no chão, próximo das cobertas e disse
– “não mamãe, não é luzinha, é florzinha.”, enquanto recolhia as flores do chão
e as devolvia para sua mãe.
Para sua surpresa, sua mãe respondeu que
quando minha cliente colocou a flor em sua mão, ela viu uma luz muito forte que
a aqueceu muito, fazendo-a inclusive sentir calor. Quando ela tirou o cobertor,
a luzinha, ou seja, as flores do arranjo caíram.
Muito feliz, ela veio até a mim para
agradecer; e eu a convidei para vir ao Johrei Center agradecer a Deus e
Meishu-Sama por estas graças.
Através dessas experiências eu aprendi que,
quando nos colocamos à disposição de Deus, o Mundo Espiritual e Ele nos dá a
permissão de sermos utilizados para levar a luz de Deus onde é necessária.
Renovo o compromisso de intensificar ainda
mais a ministração do Johrei, com o objetivo de semear a felicidade e me tornar
a “número Um” na vida de muitas pessoas.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos
meus antepassados a permissão de poder servir à Obra Divina.
Muito Obrigada.

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